(Estou sem criatividade, mas o blog jamais será abandonado!)
14 de junho de 2008
Atendendo a pedidos
(Estou sem criatividade, mas o blog jamais será abandonado!)
3 de junho de 2008
Toca Raul!
Mas logo em seguida ouvir uma música em que se chama a morte é muito legal (e irônico).
Tenho uma música para vocês, leitores deste blog. Não se preocupem, ela não é a citada no parágrafo anterior a este, apesar de ser do mesmo artista (Raul Seixas). O nome dela é O Dia Em Que A Terra Parou.
Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, eu sonhei
Com o dia em que a Terra parou
com o dia em que a Terra parou
Foi assim
No dia em que todas as pessoas
Do planeta inteiro
Resolveram que ninguém ia sair de casa
Como que se fosse combinado em todo o planeta
Naquele dia, ninguém saiu saiu de casa, ninguém
O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão, também não tava lá
E o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar
No dia em que a Terra parou (Êêê)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou
E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá
E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Uuu)
No dia em que a Terra parou
O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Foi tudo)
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou
Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, acordei
No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Eu acordei)
No dia em que a Terra parou (Acordei)
No dia em que a Terra parou (Justamente)
No dia em que a Terra parou (Eu não sonhei acordado)
No dia em que a Terra parou (Êêêêêêêêê...)
No dia em que a Terra parou (No dia em que a terra parou)
29 de maio de 2008
Avanço
Felizmente alguma coisa no Brasil vai pra frente! \o/
22 de maio de 2008
Sem Título
Só que eu sou um covarde, e este é o maior problema de todos. Estou aqui pensando em como deixar de ser covarde, tomo decisões, mas, na hora de colocá-las em prática, eu esbarro no meu maior problema.
Eu quero sair. Preciso sair! Mas sempre que me chamam, eu fico com o pé atrás e me tranco na segurança de minha casa.
Eu quero sair. Preciso sair! Mas se ninguém me chama, eu não vou no telefone para ligar para meus amigos e chamá-los para algum lugar.
Eu quero tomar um porre, só que a minha consciência não deixa. Ou seria a minha falta de coragem?
Já me deu vontade de trancar a faculdade, até de desistir dela. Mas, curiosamente, eu não fiz isso por covardismo. O que eu faria depois disso?
Como disse um amigo meu outro dia, é como querer dar o cu e querer que não doa. São desejos contraditórios igualmente desejados.
Eu diria que esse post já foi um grande avanço. Isso já estava entalado na minha garganta há uma semana e eu precisava liberar pra fora. Não libero via voz porque tenho medo do que possa ouvir (verdades serão ditas e as minhas verdades já doem o suficiente). Não libero via MSN por igual motivo. Enfim, que grande avanço foi esse?
Eu tenho nove dias de folga da faculdade. Vou tentar aproveitá-los para tornar ações os meu pensamentos. O primeiro deles é hoje a noite: vou sair pra uma balada na qual há muito tempo não vou. Os próximos passos serão graduais.
Só espero que essa gradualidade não seja exageradamente lerda. O meu problema continua aí, na minha frente e dentro de mim.
Não estou pedindo sua ajuda (você não pode me ajudar).
Apenas preciso descobrir como eu posso me ajudar quando o problema sou eu...
Edit (23 de maio):
Fui na Trash ontem. Já consegui dar uma boa aliviada na minha cabeça. Estou um pouco mais confiante.
17 de maio de 2008
Postagem motivada por uma frase
Não que o resto do texto fosse ruim. Pelo contrário, o texto é muito bom. Recomendo todos a digitarem www.stairwaytorevolution.blogspot.com na barra de endereços (ou clicarem em qualquer um dos links que estiverem nesse post) para ler o texto inteiro. Se deixarem um comentário lá, ele ficará feliz. ^^
Mas enfim, eu ainda nem postei a frase. É esta:
"Ouvira dizer que isso era amor sem egoísmo, mas desconfiava intimamente tratar-se muito mais de uma mistura malfeita de amor, covardia e masoquismo."
Eu não sei explicar muito bem, mas eu achei esta frase muito foda. Sou péssimo em tentar fazer análises de textos inteiros, pior ainda para dizer sobre frases, mas esta, quando meus olhos passaram por ela e meu cérebro a leu e a filtrou, ele a mandou para aquele hall de frases memoráveis, que não merecem ser esquecidas.
Eu gostaria de compartilhá-la com vocês que visitam este endereço. Peço desculpas se os aborreci mais uma vez, mas acho que agora é com certa utilidade. Abraços a todos.
14 de maio de 2008
A ponte do individualismo
Mas, do mesmo modo, você pode se orgulhar de morar numa cidade com um dos piores trânsitos do mundo e que, além disso, tem um sistema de transporte coletivo (ônibus, metrô e trem) ridículo. Quantos motivos de orgulho!
Pois é. É a cidade do individualismo. Enquanto foram gastos muitos milhões numa ponte que serve de cartão-postal e de cenário para telejornais de grandes emissoras de TV, os corredores de ônibus, por exemplo, recebem uma mixaria de investimentos.
Não só isso: na ponte cartão-postal, não passam ônibus. Ah, mas vamos visitá-la de bicicleta então! Não, lá as bicicletas são proibidas! Só dá pra passar lá com o seu carro, um dos mil carros emplacados diariamente na cidade e que te dão todo o conforto de gastar horas no trânsito, além de nos privilegiar aquela linda camada cinzenta que podemos ver ao atravessar qualquer outra ponte que liga as margens do Rio Pinheiros, igual faz a nova ponte.
É importante ressaltar que a ponte cartão-postal leva o nome do ex-dono do maior jornal em circulação no país, além de, numa das pontas, estar a rua que tem o nome do ex-dono (ambos são falecidos) daquela que é a maior rede de TV do país. Nada inconveniente, não?
Enfim, um viva ao monumento do individualismo, da poluição, do trânsito, que representa o monopólio que poucos exercem na mídia e que impõem ao serviço público. Pra que ônibus? Pra que Metrô? Pra que trem? Temos uma ponte estaiada linda que muda de cor!
10 de maio de 2008
u.u
Eu odeio o Dia Das Mães...
9 de maio de 2008
Debate com Heloísa Helena no Tatuapé amanhã!!!
Participarão da mesa, além da presidente nacional do PSOL, professores de escolas da região e membros da juventude do partido. Compareça! Será um debate bastante interessante!!!
Tema: Papel dos estudantes na política hoje, 40 anos depois do chamado "Maio de 1968"
Dia e horário: 10 de maio, sábado, às 9h
Local: E. E. Oswaldo Catalano
Rua Felipe Camarão, 350 (próximo ao Metrô Tatuapé)
Realização:
Núcleo Vila Prudente / Móoca / Belém do P-SoL
Grêmio Estudantil Livre Chapolin (da ETE Prof. Camargo Aranha no ano 2008)
6 de maio de 2008
Debate com Heloísa Helena no Tatuapé!
O debate é aberto a toda a comunidade, independente de sua (falta de) orientação partidária. Compareça!
Segue o texto do panfleto, escrito pelo meu grande amigo Max:
Mas o que exatamente aconteceu em maio de 1968? 1968 foi o ano em que ocorreu a explosão dos anseios de liberdade de uma geração, que tinha sua criatividade reprimida pelas estruturas de uma sociedade arcaica, hierarquizada, cheia de preconceitos, que sufocava os jovens de então com seu autoritarismo. Foi o ano em que se deixou de acreditar no pré-estabelecido. O questionamento tomou o lugar da obediência, e o sonho de viver em um mundo melhor reuniu multidões, movidas pelo desejo de renovação, de ruptura com o velho.
Mas por que maio? O mês de maio foi considerado o estopim desse movimento. Na França, estudantes realizaram enormes manifestações, que acabaram por contagiar os movimentos de trabalhadores, culminando em uma greve geral histórica. A força da organização dos jovens tornava-se conhecida, para nunca mais ser esquecida. E as recentes ocupações de reitorias de universidades brasileiras são exemplos disso.
Em outras partes do mundo, essa agitação também teria espaço. No Brasil, vivia-se sob a ditadura militar. Alinhados às idéias libertárias de combater toda forma de opressão, os brasileiros se concentraram no enfrentamento aos militares. A Marcha dos Cem Mil, organizada por estudantes no Rio de Janeiro, foi o ponto alto do movimento por aqui.
Os ideais de 1968 não fizeram revolução política em nenhum país, é verdade, mas revolucionaram hábitos e costumes. Preconceitos e tabus foram frontalmente combatidos, e avanços foram conquistados. A igualdade racial e entre homens e mulheres, a liberdade sexual e a relativa autonomia que jovens de hoje experimentam são heranças desse ano marcante. O sonho ainda não acabou e, por isso, convidamos você para participar desse debate, que contará com a presença da ex-senadora Heloísa Helena, entre outros convidados.
Informações gerais:
Tema: Papel dos estudantes na política hoje, 40 anos depois do chamado "Maio de 1968"
Dia e horário: 10 de maio, sábado, às 9h
Local: E. E. Oswaldo Catalano
Rua Felipe Camarão, 350 (próximo ao Metrô Tatuapé)
Realização:
Núcleo Vila Prudente / Móoca / Belém do P-SoL
Grêmio Estudantil Livre Chapolin (da ETE Prof. Camargo Aranha no ano 2008)
4 de maio de 2008
Então... (27)
Acho que a idéia do Twitter é evitar postagens como essa e as anteriores. Blogs não foram feitos para postagens rápidas, apesar de eu achar que, com o passar do tempo, elas foram se tornando o principal combustível de vários blogs, simplesmente por serem as postagens mais lidas.
Outro fato recente que merece um certo destaque aqui foi a "evolução" (sic) do Brasil nos índices de uma tal agência de economistas. O Brasil subiu um degrau. Mas é interessante ressaltar que esse degrau (bem como a classificação que nos foi dada ano passado de que somos países do 1º Mundo) é um degrau apenas para os ricos empresários e magnatas brasileiros. O povo continuará sofrendo com desemprego e falta de investimentos em todas as áreas do poder público (educação, saúde, transporte, segurança, etc...)
O que ninguém relata é que, a causa para a falta de investimentos é o que faz o Brasil conseguir subir esse degrauzinho. Pagamos nossa dívida a custo de melhorias para a população pobre para conseguirmos atingir o patamar de "grau de investimento". Que coisa boa, não?
Mudando de assunto, você já reparou que faltam menos de 70 dias para o Anime Friends?
E quase ninguém se lembrou que no último dia 1º, o Dia do Trabalhador, completaram 14 anos da morte de um dos ícones do esporte brasileiro: Ayrton Senna. O corinthiano morreu no Dia dos Trabalhadores de 1994, durante o GP da Itália. Pelo menos ele ganhou dois presentes no dia anterior. =P
Terça é dia da Fiel invadir novamente o Morumbi e incentivar o Coringão a avançar na Copa do Brasil, o único torneio disputado pela equipe neste ano que ainda pode levá-lo à Libertadores de 2009. Vamos Timão!!
Ah, não marque nada para sábado, dia 10 de maio, de manhã. No próximo post, um convite muito interessante que preencherá o período.
E, em breve, postagens detalhando os shows da Virada Cultural. Por hoje é só, pessoal.